Caí.
Como não sei. Tropecei e caí ainda tentei o equilíbrio mas já era tarde. Fui com o joelho ao chão, magoei os dedos do outro pé e os braços, porque o corpo já sabia que ia cair, ao tentar proteger a cabeça.
A única coisa positiva foi ter sido em casa, mais propriamente no jardim. Mal me consegui levantar e por o pé no chão, o joelho latejava e de repente as lágrimas. As lágrimas começaram a surgir que depois se tornaram num choro compulsivo sem vergonha, sem ser abafado entre ais e gemidos de dor, por breves instantes senti-me uma criança desamparada.
Resultado uma esfoladela no joelho em conjunto com um ligeiro edema, dores nos braços e na alma por minha filha ver que como uma simples queda me tornou tão vulnerável.
Como não sei. Tropecei e caí ainda tentei o equilíbrio mas já era tarde. Fui com o joelho ao chão, magoei os dedos do outro pé e os braços, porque o corpo já sabia que ia cair, ao tentar proteger a cabeça.
A única coisa positiva foi ter sido em casa, mais propriamente no jardim. Mal me consegui levantar e por o pé no chão, o joelho latejava e de repente as lágrimas. As lágrimas começaram a surgir que depois se tornaram num choro compulsivo sem vergonha, sem ser abafado entre ais e gemidos de dor, por breves instantes senti-me uma criança desamparada.
Resultado uma esfoladela no joelho em conjunto com um ligeiro edema, dores nos braços e na alma por minha filha ver que como uma simples queda me tornou tão vulnerável.
És MULHER. És MÃE.
ResponderEliminarMas sobretudo és HUMANA!
Eu descobri muito cedo que os meus familiares eram vulneráveis... e nunca me habituei... mas tenho sobrevivido!
AS MELHORAS!
Obrigada, obrigada!!
ResponderEliminarDesculpa, mas só me dá vontade de rir porque gostava de ter visto :)Não por te magoares claro, mas por ter a certeza que era uma cena digna de um filme. E tal como és, deve ter sido uma cena com MUITO ESTILO e CLASSE.
ResponderEliminarTadita, já passou.